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sexta-feira, 25 de maio de 2012

O que é o ciberativismo?

O Ciberativismo geralmente busca apoio para suas causas (que costumam ser de cunho ambiental, político ou social) através da Internet e de outros meios mediáticos; divulgam e abrem espaço para discussões, procurando algumas vezes estabelecer uma rede de solidariedade. A utilização das informações na Internet passou a ter maior visibilidade até mesmo pelo baixo custo e eficácia na resposta a curto, médio e longo prazo pela comunidade virtual.
wikipedia ela colabora com os seus usarios pois acessando-a conseguimos respostas de tudo que precisamso.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O computador vai substituir o professor?

Segundo a autora Andrea Cecília Ramal (2000),

Derepente a tenologia entra na escola e nos obriga a recuperar tudo isso. A presença da máquina leva todo o professor a se perguntar: como é a minha aula? Do que decorre: será que o professor vai ser substituído pelo computador? E sabemos que a resposta é sim,não temos a menor dúvida.
Na minha opinião por mais que o computador possa fazer nunca o professor será substituido pelo professor, precisamos da presença do professor o tempo todo para nos orientar e acompanhar os alunos.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

A netiqueta

A “netiqueta”


       Como se comportar corretamente no mundo virtual       


  • Maiúcula:textos em maiúculas (CAPS LOCK ativado), maioria dos casos,dão a entender que você está gritando.Se quiser destacar algo,sublinhe ou coloque entre aspas.Se o programa utilizado na comunicação permitir,use o itálico ou o negrito,mas sempre de forma moderada para não poluir o texto.


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  • Erros de grafia;emconversas informais é normal que a norma culta da língua seja posta de lado. O que não quer dizar que se possa escrever de qualquer jeito.Atenção para os erros que podem mudar o significado do que quis dizer, como usar “mais”em vez de “mas”,”e”,”de”em vez de “dê”e assim por diante.
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  • Pontuação: por mais informal que seja,o interlocutor pode não conseguir acompanhar o fluxo de pensamento do redator.Daí a necessidade de pausas.


Por isso atenção à pontuação e à divisão de parágrafos.


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  • Respostas:ao enviar respostas em fóruns,listas de discussão ou debates em redes sociais como facebook,por exemplo,procure ser claro sobre o que está falando ou a que está se refirindo.Copie e cole um trecho daquestão, dê nome ao que você pretende responder e evite deixar aus réplica solta sem referências às mensagens prévias nas quais você se baseou.
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  • Público x privado:questão cara em tempos de redes sociais,o cuidado com o que se publica é essencial para evitar mal-entendidos e situações constrangedoras.Como o meio virtual permite respostas muito rápidas e publicações instantâneas,pense antes de tornar públicos seus pensamentos. Por isso pense, escreva,leia o que você escreveu e só depois publique na internet. Lembre-se que suas opiniões ficarão registradas e podem ser facilmente associadas ao seu nome numa busca rápida.Evite também publicar informações que possam lhe causar problemas,como críticas ao seu chefe ou seu endereço.




Retirado:Revista-Lingua Portuguesa-  ano-5 nº64
Vivemos em um tempo marcado por avanços científicos e tecnológicos que nos obrigam a procurar propostas educacionais capazes de formar os alunos para a vida, o trabalho, o lazer, a conquista de seu espaço e a vivência plena de sua cultura. Na esfera da educação escolar pública, nos são impostos múltiplos desafios. Todavia, considerando-se a prioridade e a urgência, um deles se destaca e se impõe: oferecer educação escolar a todos e por meio de uma proposta educativa que responda com qualidade às exigências atuais.

Para tanto, a educação escolar brasileira necessita implementar um currículo que tenha como ponto de partida a realidade imediata e a cultura local e, como objetivo final, a construção, aquisição e ampliação de conhecimentos. A escola do futuro se faz com a escola do presente, e o agora agrega no seu contorno o passado, como história e memória de saberes, e o futuro, como projeto e desejo do que se quer aprender.
Afirmar que agora é a hora da escola é ter como premissa básica que o que se vive é o que se aprende. Ou seja, durante a vida escolar, é impossível ensaiar ou improvisar, uma vez que a relação entre os sujeitos e o objeto de conhecimento é vivida na dimensão real e concreta.

Na escola do presente, a relação professor-aluno tem papel fundamental no processo educativo, mas depende do clima estabelecido, da capacidade de ouvir e discutir o nível de compreensão dos educandos e da criação da ponte entre o conhecimento do aluno e o da escola. Portanto, a troca de experiências na busca da aquisição de novos conhecimentos e novos caminhos a serem seguidos é essencial.

Para enfrentar esse desafio, a escola precisa dar conta da realidade presente e estar atenta ao seu entorno, visto que trabalha com tempos de médio e longo prazo. Ela deve estar aberta ao mundo em que conhecimento, opiniões, manifestações artísticas e culturais circulam e se transformam com rapidez por meio de diferentes linguagens.

Para construir alternativas de ação, planos e passos para a educação, avaliando continuamente o processo e os resultados, a escola do presente deve desenvolver um trabalho coletivo, com base na leitura dos limites e possibilidades do contexto escolar. É nesse cenário que são organizados os projetos pedagógicos, levando-se em conta a identidade da escola, porém vinculados com diretrizes mais amplas, definidas no campo social.

Educar é uma atuação mais abrangente do que ensinar e transmitir informações — compreende uma reflexão sobre os valores subentendidos no conhecimento adquirido. A escola, então, é o lugar em que se entrelaçam o ser, o conviver, o saber e o fazer, a produção intelectual e o conhecimento advindo do entorno social. É o espaço, portanto, onde se aprende a articular saberes para usá-los na resolução dos conflitos que se apresentam na realidade concreta.

A compreensão dos conceitos, procedimentos e atitudes demanda do educando um exercício de reflexão, colocando-o como sujeito ativo do processo. Desse modo, o fazer didático exige uma atuação diferenciada do docente, que permitirá que o aluno possa desenvolver, de forma autônoma, a compreensão de outras formas em que tais conteúdos se manifestam.

fonte administradores .com